Pensão por morte rural: TRF2 reconhece boia-fria como segurado especial

Compartilhe esse post

Pensão por morte rural: TRF2 confirma direito de dependente de diarista rural

A pensão por morte rural depende da prova da qualidade de segurado. Por isso, o TRF2 analisou documentos e testemunhos com atenção. Além disso, o tribunal reconheceu o boia-fria como segurado especial.

O TRF2 julgou recurso do INSS e manteve a sentença favorável à família. Assim, o tribunal reconheceu a qualidade de segurado especial do falecido. Portanto, confirmou a concessão da pensão por morte ao dependente.

Pensão por morte rural: o que estava em discussão

O INSS alegou perda da qualidade de segurado. Contudo, a parte autora demonstrou atividade rural até o óbito. Além disso, explicou a informalidade típica do diarista rural.

Resumo do caso

  • Benefício requerido: pensão por morte.
  • Tese do INSS: ausência de qualidade de segurado.
  • Tese da família: trabalho rural contínuo como boia-fria.
  • Ponto decisivo: prova documental aliada a testemunhas.

Pensão por morte rural: requisitos legais

Você comprova o óbito e a dependência econômica. Depois, você prova a qualidade de segurado na data do óbito. Assim, você cumpre os requisitos da Lei 8.213/1991.

Checklist prático

  1. Você junta a certidão de óbito.
  2. Além disso, você apresenta documentos do dependente.
  3. Em seguida, você reúne provas do trabalho rural.
  4. Por fim, você seleciona testemunhas coerentes.

Pensão por morte rural: por que CTPS e testemunhas funcionam

O TRF2 valorizou a CTPS como início de prova material. Além disso, o tribunal considerou depoimentos firmes e convergentes. Assim, o conjunto probatório confirmou o labor rural.

Provas mais relevantes

TipoExemploUtilidade
Prova materialCTPS ruralIndica histórico profissional
Prova oralTestemunhas do campoConfirma continuidade
Contexto socialInformalidade do boia-friaAfasta exigências excessivas

Pensão por morte rural: Súmula 149 e Tema 554 do STJ

A Súmula 149 exige início de prova material. Contudo, o STJ flexibiliza essa exigência para boia-fria. Portanto, a prova oral pode complementar documentos simples.

Você pode consultar os entendimentos oficiais: Súmula 149 do STJ . Além disso, veja os temas repetitivos: Temas do STJ .

Pensão por morte rural: erros comuns

  • Você apresenta apenas testemunhas.
  • Além disso, você ignora documentos possíveis.
  • Em seguida, você escolhe testemunhas contraditórias.
  • Por fim, você não explica a informalidade rural.

Quer revisar seu pedido de pensão por morte rural?

Então, envie a CTPS, o CNIS e a certidão de óbito. Assim, eu avalio as provas e indico a melhor estratégia.

Falar comigo agora

Paulo Vitor Faria da Encarnação

Advogado – OAB/ES 33.819
Santos Faria Sociedade de Advogados – Vila Velha/ES

Veja mais