Banco da montadora: quando o STJ permite rescindir o financiamento do carro com vício

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Banco da montadora virou o ponto decisivo em ações sobre carro com vício. Por isso, o STJ reforçou um critério prático. Além disso, a Corte separou banco “de varejo” e banco ligado à montadora. Assim, você evita pedidos errados e ganha estratégia.

Resumo em 3 linhas

  • Primeiro, o vício pode rescindir a compra e venda do veículo.
  • No entanto, o financiamento pode continuar, se o banco atuar como “banco de varejo”.
  • Por outro lado, o banco da montadora pode responder, quando integra a cadeia de consumo.

Banco da montadora: o que muda no financiamento do veículo

Você pode resolver a compra e venda por vício. Ainda assim, você não resolve automaticamente o financiamento. Portanto, você precisa identificar o papel do banco no negócio. Além disso, você deve provar a vinculação com a montadora.

Pergunta-guia

O banco só financiou, ou ele pertence ao grupo da montadora? Assim, você define a tese correta.

Banco da montadora: quando o STJ admite rescindir o financiamento

O STJ admite a responsabilidade quando o banco da montadora integra o mesmo grupo econômico. Desse modo, ele participa da cadeia de consumo. Além disso, ele se beneficia do arranjo comercial. Portanto, a tese ganha consistência.

SituaçãoEfeito práticoProva que ajuda
Banco de varejoVocê mantém o financiamento, mesmo com rescisão da compra e venda.Contrato separado, sem marca da montadora e sem integração societária.
Banco da montadoraVocê pode discutir coligação e responsabilidade conforme o caso.Vínculo de grupo, marketing conjunto e atuação integrada na venda.

Banco da montadora: como montar o pedido sem erro

Você precisa pedir o que o caso suporta. Assim, você evita improcedência contra o banco. Além disso, você concentra a prova onde importa. Portanto, use uma estrutura objetiva.

Roteiro prático

  1. Primeiro, descreva o vício e as tentativas de reparo.
  2. Em seguida, delimite o pedido principal contra concessionária e montadora.
  3. Depois, identifique se existe banco da montadora ou banco de varejo.
  4. Além disso, separe os pedidos por réu, com fundamento específico.
  5. Por fim, peça restituições compatíveis com quem recebeu os valores.

Banco da montadora: checklist de documentos

Você ganha força com documento simples. Então, organize tudo em pasta única. Além disso, você reduz discussões laterais. Assim, o processo fica mais claro.

  • Nota fiscal, proposta e contrato de compra e venda.
  • Ordem de serviço e laudos de revisão, com datas e quilometragem.
  • Conversas com a concessionária, preferencialmente por escrito.
  • Contrato do financiamento, carnês e extratos de pagamento.
  • Material que indique vínculo de grupo, quando houver banco da montadora.

Banco da montadora: erros comuns que derrubam a ação

Você pode até ter vício grave. No entanto, você perde tempo com pedidos errados. Por isso, evite atalhos argumentativos. Além disso, respeite a prova desde a inicial.

FaçaEvite
Prove o vício e o descumprimento do prazo de solução.Pedir rescisão do financiamento sem demonstrar vínculo do banco.
Explique quem recebeu cada pagamento.Cobrar do banco valores pagos direto à concessionária.
Distingua banco de varejo e banco da montadora.Tratar todo financiamento como contrato coligado, sem prova.

Banco da montadora: links úteis para agir com segurança

Use fontes oficiais. Assim, você sustenta decisões internas e petições. Além disso, você reduz ruídos com o cliente. Portanto, salve estes links.

Banco da montadora: fale com o escritório

Se você enfrenta carro com vício e financiamento ativo, nós podemos ajudar. Assim, você escolhe o pedido correto. Além disso, você reduz risco e acelera a solução. Portanto, você atua com técnica.

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Paulo Vitor Faria da Encarnação

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