SNIPER em execuções cíveis: STJ confirma legalidade e afasta quebra automática de sigilo

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SNIPER em execuções virou tema central no cumprimento de sentença. Por isso, o STJ confirmou a legalidade do uso do sistema em execuções cíveis. Além disso, o Tribunal afastou a ideia de quebra automática de sigilo.

Resumo rápido: o SNIPER é legal na execução civil. Contudo, o juiz deve fundamentar o uso. Além disso, ele deve indicar quais sistemas acionará.

SNIPER em execuções: o que o STJ decidiu

O STJ analisou um pedido de pesquisa patrimonial no cumprimento de sentença. Entretanto, o Tribunal local negou o uso do SNIPER. Assim, o caso chegou ao STJ.

Resultado: o STJ deu provimento ao recurso. Portanto, o Tribunal mandou o processo voltar para novo julgamento do pedido.

  • Primeiro, o Tribunal local tratou o SNIPER como quebra de sigilo bancário.
  • Depois, ele exigiu “suspeita de ilícito” para autorizar a pesquisa.
  • Contudo, o STJ afastou essa premissa como regra geral.

SNIPER em execuções e sigilo bancário

O STJ afirmou que o SNIPER não implica, necessariamente, quebra de sigilo bancário. Assim, o juiz pode pesquisar bens sem expor movimentações financeiras. Além disso, ele pode proteger dados com sigilo processual.

Ponto-chave: a execução precisa de efetividade. Entretanto, o juiz deve respeitar proporcionalidade e necessidade. Portanto, ele escolhe informações adequadas ao caso.

Tipo de dadoUso típico na execuçãoCuidado sugerido
Indicação de bens e vínculosLocalizar patrimônio e relações relevantesAssim, você evita excesso informacional
Ordens de constriçãoBloquear ativos de modo integradoPortanto, limite escopo e prazo
Dados potencialmente sensíveisApoiar decisão quando indispensávelContudo, decrete sigilo parcial ou total

SNIPER em execuções e fundamentação obrigatória

O STJ exigiu decisão fundamentada para autorizar o SNIPER. Além disso, o juiz deve indicar os sistemas acionados. Assim, ele controla proporcionalidade e razoabilidade.

Boa prática: você pede o SNIPER com justificativa concreta. Em seguida, você sugere limites e proteção de dados. Portanto, o pedido fica mais aceitável.

  1. Primeiro, descreva as diligências já feitas.
  2. Depois, indique o objetivo da pesquisa.
  3. Além disso, proponha segredo de justiça, se necessário.
  4. Por fim, peça decisão com delimitação clara.

Como o SNIPER em execuções funciona na prática

O STJ descreveu o SNIPER como plataforma agregadora. Assim, ele integra ferramentas já usadas no Judiciário. Além disso, ele acelera a localização de bens.

Na prática: um comando pode disparar pesquisas em vários sistemas. Portanto, você reduz etapas repetidas e ganha tempo útil.

AntesAgoraEfeito
Pedidos em sistemas separadosInterface integradaAssim, há mais celeridade
Múltiplos despachos sucessivosDecisão única e delimitadaPortanto, há mais controle

Checklist para pedir SNIPER em execuções

Você aumenta a efetividade quando estrutura o pedido corretamente. Além disso, você evita indeferimentos por generalidade. Portanto, use um checklist simples.

1) Histórico: relate tentativas anteriores e resultados.

2) Necessidade: explique por que o SNIPER é adequado.

3) Limites: delimite escopo, prazo e informações.

4) Sigilo: peça classificação sigilosa quando cabível.

O que muda para credores e devedores

Para o credor, o STJ reforçou a efetividade da execução. Por outro lado, o devedor ganha proteção com decisões delimitadas. Assim, o processo fica mais equilibrado.

Regra de ouro: o juiz deve usar tecnologia com método. Portanto, ele fundamenta, delimita e protege dados. Além disso, ele evita excessos.

Próximos passos com SNIPER em execuções

Se você enfrenta execução frustrada, você pode avaliar o SNIPER. Além disso, você deve formular um pedido preciso e proporcional. Assim, você melhora as chances de deferimento.

Paulo Vitor Faria da Encarnação

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